UMA ROSA DO MEU JARDIM

“SE AS PESSOAS ACEITASSEM ESTE MOMENTO, QUE É AO MEU VER NATURAL, ESTARÍAMOS MAIS FELIZES CONOSCO E COM O PRÓXIMO. POIS SÓ SEREMOS FELIZES QUANTO SOUBERMOS RESPEITAR OS LIMITES E ESPAÇOS QUE NÓS PRECISAMOS TER, SEM COBRANÇAS, QUE MUITAS VEZES NÃO NOS LEVAM A NADA E NEM NOS TORNAM MELHORES, POIS QUANDO DEIXAMOS DE SER QUEM SOMOS, APENAS PARA AGRADAR AO OUTRO, NOS TORNAMOS INCOMPLETOS E INFELIZES E SE COMEÇARMOS A BUSCAR ISSO NOS OUTROS E AÍ PERDEMOS A NOSSA ESSÊNCIA E A NOSSA LIBERDADE DE SER! “

sábado, 13 de junho de 2015

PARA REFLETIR....


A vida precisa ser renovada.
A morte é a mudança que estabelece a renovação.
Quando alguém parte, muitas coisas se modificam na estrutura dos que ficam e, sendo uma lei natural,
ela é sempre um bem, muito embora as pessoas não queiram aceitar isso.
Nada é mais inútil e machuca mais do que a revolta. Lembre-se de que nós não temos nenhum poder
sobre a vida ou a morte. Ela é irremediável.
O inconformismo, a lamentação, a evocação reiterada de quem se foi, a tristeza e a dor podem alcançar
a alma de quem partiu e dificultar-lhe a adaptação na nova vida.
Ele também sente a sensação da perda, a necessidade de seguir adiante, mas não consegue devido aos pensamentos
dos que ficaram, a sua tristeza e a sua dor.
Se ele não consegue vencer esse momento difícil, volta ao lar que deixou e fica ali, misturando as lágrimas, sem forças para seguir adiante, numa simbiose que aumenta a infelicidade de todos.
Pense nisso.
Por mais que esteja sofrendo a separação, se alguém que você ama já partiu, libere-o agora.
Recolha-se a um lugar tranqüilo, visualize essa pessoa em sua frente, abrace-a, diga-lhe tudo que seu coração sente.
Fale do quanto a ama e do bem que lhe deseja.
Despeça-se dela com alegria, e quando recorda-la, veja-a feliz e refeita.
A morte não é o fim.
A separação é temporária.
Deixe-a seguir adiante e permita-se viver em paz.

"A morte é só uma mudança de estado.
Depois dela, passamos a viver em outra dimensão"

Zíbia Gasparetto





sábado, 6 de junho de 2015

CANTO AO SENHOR - ZzCouto


CANTO AO SENHOR!
ZzCouto®

Se começa o dia,
Eu canto ao Senhor.
Se chega ao meio dia,
Eu canto ao amor...

Se a noite anuncia,
Eu canto ao Senhor.
Se o tempo é alegria,
Meu canto é de amor...

Se o medo domina,
Eu canto ao Senhor.
Se o amor declina,
Eu canto ao amor...

Se a fé me anima,
Eu canto ao Senhor.
E se tudo fascina,
Meu canto é de amor..

Se tenho esperança,
Eu canto ao Senhor.
Se existe confiança,
Eu canto ao amor...

Se vivo em bonança,
Eu canto ao Senhor.
E como uma criança,
Quero o Seu amor...


RJ - Maio/15


quinta-feira, 5 de março de 2015

SAUDADES DA MINHA IRMÃ WILMA....

     

   AMOR E SAUDADE

                             Wilma Soares- Gyn
 

É noite...
Lá distante o mar é calmo,
o dia se foi e a tarde se finda.
O clarão da lua prateando as ondas,
sussurra o vento o adeus da partida,
o amor se foi, mas não morreu ainda.
 

De repente tudo parou,
o mar, a brisa, o barulho das ondas.
Lágrimas brotam do meu olhar distante,
minha alma sofrida naquele momento único,
sentiu o sabor amargo da renuncia,
foi aí que te amei como nunca amara antes.


Como sente  um poeta quando escreve,
é o momento que define a inspiração?
Fala de amor, alegria,dor e felicidade,
mas o poeta é mais humano dos humanos,
seu coração é talvez maior que dos outros,
que ama, sorri, sofre e sente saudades.

                                   Go. 16/11/06.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

BOM DIA SAUDADE........




NIVERS 60 ANOS AMIGA YARA - 21/02 09/01



Uma belíssima festa, comemoramos a "melhor idade" da amiga
Yara, linda e cheia de glamour com ela.



terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Quero é mesmo, cinquenta tons do mais lindo colorido.


"Nem tudo está tão cinza assim.

Quanto burburinho. Necessidade pura...
Não comparo uma "estória" assim com (e) mesmo, escrita com requintes de intimidade, com a exposta no telão. Não li. Não vi.
Nem sei se quero ambos.
Prefiro ainda, ler outros tipos de quase ficção. De vida real... De amor... De essência. 
Pura eu?
Nunca. 
Quem pode fazer, ler e ver não passam de meras consequências.
Quero é mesmo, cinquenta tons do mais lindo colorido.

G.Fernandes

E o Carnaval passou....O Carnaval acabou. E agora? Sou feliz?

Terminou o Carnaval deste ano. 
Durante este período de festa que inclui arte, tradição, turismo e descontração, ocorrem também muitos outros processos, todos muito profundos e menos evidentes.
O Carnaval, a festa das máscaras, das fantasias, revela muito sobre a nossa personalidade e os estados emocionaiS
 aos quais estamos vinculados. 

Personalidade é uma palavra derivada da forma grega “persona”, denominação das máscaras utilizadas pelos atores no teatro grego, que além de favorecerem o reconhecimento de uma personagem, também facilitavam a projeção da voz nos grandes ambientes e ao ar livre.
Se o Carnaval é a festa das máscaras, é, por analogia, também a festa das personalidades...
Muitos acreditam que as pessoas se revelam durante festividades como o Carnaval, mas frente às diferentes “personas” disponíveis, como será que as pessoas se revelam?
Será que elas se revelam como são? Como gostariam de ser?
 Ou como, de fato, jamais seriam?
Será que todas as pessoas que “pulam” o Carnaval, estão de fato felizes? Ou estariam tentando extravasar uma tristeza e um vazio enormes, disfarçado de alegria e descontração?
Os pássaros são felizes por que cantam, não cantam porque estão felizes!
A felicidade só é possível quando o ser realiza a sua essência. Será que as fantasias, espécies de “segunda pele”, que nos “protegem”, revelam ou ocultam a nossa verdadeira essência? 
Qual seria a nossa “persona”, a imagem que corresponde à nossa verdadeira face?
Não há dúvidas que “máscaras” e “fantasias” auxiliam temporariamente às ilusões que aparentam tornar a vida mais leve, mais fácil e mais alegre. Ninguém questiona que as fantasias podem revelar fatores inconscientes e arquetípicos do universo demasiadamente humano. Mas, afinal, quando nossa verdadeira pele e nossa verdadeira face estarão de fato expostas, nus em sua pureza autêntica e essencial?
Por trás de “tanto riso e de tanta alegria, mais de mil palhaços no salão, o arlequim (que no ano passado havia sido pierrô) continua chorando pelo amor da colombina...”
Que amor é esse? 
As “máscaras” e “fantasias” tão essenciais para a ambiguidade entre drama e comédia da vida humana, deveriam ser removidas no “camarim”, onde voltaríamos a ser nós mesmos, nus e autênticos revestidos apenas de nossa essência e frente a frente com um espelho que reflete a verdade da imagem mais íntima de nossas vidas...
Terminou o Carnaval deste ano,
 mas as “máscaras e fantasias” continuam... 
Você é feliz? 
Finge ser feliz?
O mesmo tempo que desfaz “máscaras e fantasias”, envelhece as possibilidades de vivermos nossa própria essência e expor a nossa tão frágil epiderme ao contato direto com a vida. Temos muito medo de nos machucar e por isso nos recobrimos de “máscaras e fantasias” e, sem perceber, nos machucamos muito mais, porque as dores do mundo se sentem do lado de dentro das “máscaras e fantasias”. Tanto a felicidade como a dor são estados internos que a maquiagem externa 
disfarça, mas jamais elimina.
No Carnaval de nossas vidas, em algum momento teremos que exercer o ato de coragem de rasgar a fantasia, despindo as máscaras e “vestindo” a difícil tarefa de sermos autênticos.
Que assim como a ave mitológica Fênix, você renasça das cinzas desta quarta feira pós-Carnaval e possa viver sua essência na plenitude, porque SER é mais importante que ESTAR...
por Carlos Hilsdorf